quinta-feira, 14 de julho de 2011

CONTROLE DE PIOLHOS EM GALINHAS POEDEIRAS

PIOLHOS EM AVES POEDEIRAS
São insetos ectoparasitos de aves e mamíferos, vivendo apenas no corpo
destes animais, pois fora deles apresentam pouco tempo de vida, como 7-15
dias. São pequenos, (menos de 1 cm), corpo deprimido (achatado dorsoventralmente),
cabeça mais larga que o tórax, armadura bucal mastigadora,
sem asas, pernas curtas, achatadas; as do primeiro par voltadas para frente e
destinadas a levar o alimento à boca, pois é desta forma que eles se
alimentam.
( Menopon gallinae, fêmea )
Os piolhos que mais ocorrem em aves poedeiras industriais são: Menopon
gallinae, cuja figura estamos representando. Demais infestações são realizadas
pelos Liperus caponis (principalmente sobre as penas das asas), Cuclotogaster
heterographus (preferencialmente na cabeça e pescoço), Gonicotes gallinae
(muito pequeno, na penugem), Goniodes gigas (o piolho gigante das galinhas),
Goniodes dissimilis (piolho marrom das galinhas), Menacanthus cornutus
(piolho do corpo), M. pallidulus (o pequeno piolho do corpo), ou Oxylipeurus
dentatus.
QUADRO CLÍNICO E PATOGENIA
Debilidade e má aparência em decorrência da irritação que os malófagos
causam as aves parasitadas. As aves parasitadas apresentam-se inquietas,
não se alimentam e nem repousam adequadamente. Coçam-se com as patas e
o bico; roçam-se em objetos sólidos com o intuito de se livrarem dos parasitos.
Como conseqüência dessa atitude, surgem áreas desprovidas de penas e com
lesões na pele. Com isto a grande conseqüência da infestação por estes
piolhos é que ocorre diminuição da postura em aves .
A espantosa atividade dos malófagos, aliada ao seu modo de alimentação
(escamas cutâneas, secreções, restos de penas e pêlos) atingindo às vezes
até a pele, são responsáveis por um prurido intenso. Os animais parasitados –
coçam-se, picam-se, mutilam-se e esfregam-se em objetos, provocando
escarificações da pele que constituem a entrada para invasão bacteriana e
conseqüentes infecções secundárias.
DIAGNÓSTICO
Clínico: pelos sinais da presença do parasito, comportamento das aves e
lesões em derme.
Laboratorial: a maioria das espécies pode ser observada facilmente pelos seus
movimentos rápidos, bem como os seus ovos (lêndeas) aderidos às penas.
Convém usar lupa, de no mínimo um aumento de três vezes, para confirmação
da presença de malófagos e de seus ovos.
A captura é feita com uma pinça de pontas finas e a conservação é no álcool,
em pequenos vidros.
A montagem entre lâmina e lamínula é feita pelo método de Costa Lima para
identificação microscópica.
Para o diagnóstico veterinário é somente necessário o seu reconhecimento e
sua distinção dos anopluros.
TRATAMENTO PREVENTIVO: PROFILAXIA
Como os malófagos são ectoparasitos permanentes, isto é, o parasito
permanece no hospedeiro durante todas as fases do seu ciclo evolutivo, devese,
além de destruí-los no hospedeiro com banhos ou pulverizações
adequados, proceder a uma higiene e desinfecção das paredes dos estábulos
e jaulas. As camas e os ninhos devem ser incinerados.
As instalações devem ser teladas para evitar a presença de aves silvestres que
sempre re-introduzem os piolhos nos aviários.
TRATAMENTO COM FATORES HOMEOPÁTICOS
FATOR MALLO®: PRODUTO HOMEOPÁTICO PARA CONTROLE DE
PIOLHOS
ADMINISTRAÇÃO DO FATOR MALLO®
AVES:
ORAL: Administrar o FATOR MALLO® por via oral, misturado a ração ou água.
Dose recomendada:
0,2 g do produto /animal/ dia o que equivale a 2 Kg (1 pacote) do produto em
1.000 Kg de ração para um consumo de ração de 100 g/animal/dia.
Administrar 2 Kg do produto em 2.000 litros de água e fornecer aos animais.
Após a homogeneização na ração, o produto tem uma duração máxima de 6
(seis) meses.
Servir conforme o manejo para todas as aves, em todo o seu ciclo de vida.
TÓPICO: Colocar 2 Kg (1 pacote) do FATOR MALLO® em 20 (vinte) litros de
água e aspergir sobre os animais e instalações parasitados.
Usar costal sem uso de produtos químicos e repetir esta operação 3 (três) dias
consecutivos, posteriormente semanalmente. Cuide que as aves e as
instalações encontrem-se umedecidas pelo produto.
OBS.: QUANDO PREPARADO EM ÁGUA DEVE SER UTILIZADO EM 24
(VINTE E QUATRO) HORAS.
CONSERVAÇÃO DO FATOR MALLO®
Conservar o FATOR MALLO® à sombra, distante 5 metros de produtos
químicos e de radiações provocadas por aparelhos eletrônicos, em local fresco
e seco, ao abrigo da luz solar e fora do alcance das crianças e dos animais
domésticos.
Sugere-se que o FATOR MALLO® seja mantido no escritório ou onde se
guardam arreios, tratores, rações. Jamais com medicamentos, adubos ou
venenos.
Manter em temperatura ambiente.
O FATOR MALLO® possui validade de 2 (dois) anos a partir da data de
fabricação.
VANTAGEM DOS FATORES HOMEOPÁTICOS:
I-Ação rápida e eficiente
Existe uma falsa crença que sugere ser o medicamento homeopático de ação
lenta, razão pela qual o tempo de resposta do organismo para com o remédio
deixaria a desejar. Na verdade, esse é um preconceito gerado por uma
desinformação popular, que muitos contrários à homeopatia gostam de
divulgar.
Na realidade poderemos observar a redução da infestação por piolhos em 3
dias,e com 30 –60 dias teremos o aviário sob controle.Lembrando que
estaremos efetuando uma descontaminação ambiental, pois os piolhos se
alojam nas gaiolas e instalações e as aves silvestres diariamente re-introduzem
os piolhos no aviário.Desta forma o uso do FATOR MALLO ® é contínuo.
II-Homeopatia e patologias graves
Outro grande preconceito diz que devemos usar a Homeopatia em afecções
benignas, onde não existe risco de vida ou grandes prejuízos econômicos,
deixando a alopatia agir em patologias graves. Essa é mais uma avaliação sem
sentido já que a rapidez da resposta do organismo frente ao medicamento
homeopático em casos de patologias agudas pode retirar o animal do perigo
eminente em curto espaço de tempo e a eficiência desta ciência preconiza um
excelente custo-benefício.
III-Lucratividade na produção
A grande perda ocasionada pelos piolhos refere-se a redução da ovopostura e
redução atividades dos galos em granjas de matrizes,desta forma perde-se
duplamente, além da infecção secundária que estas aves apresentam na
derme.Em casos graves, esta infestação causa óbito,ampliando os prejuízos.
Agrava-se a isto a perda de ovos destinados a exportação, pela presença de
resíduos.Como a medicação homeopática é exclusividade energética, já que
não há matéria no medicamento, não existe o risco de animais medicados
transmitirem para o ovo e a carne os remédios ingeridos, ao contrário da
alopatia e seus inseticidas entre outros medicamentos.Desta forma o produtor
estará de acordo com a tendência mundial do controle de resíduos nos
alimentos.Sem determinar, é claro, efeito colateral às aves.
IV-Fácil administração e ingestão
Os fatores homeopáticos são palatáveis, sempre administrados por via oral,
logo, podem ser mescladas na ração ou via águas.
V-Controle de estresse
O controle do estresse representa a grande competência da homeopatia e
desta forma, temos uma ferramenta para o controle dos prejuízos dos
estresses causados pelos piolhos, que debilitam extraordinariamente as aves.
VI-Ação preventiva e curativa
Os fatores homeopáticos, comprovadamente, exercem a função de serem
medicamentos de ação curativa, assim como medicamentos de ação
preventiva. Desta forma, podemos utiliza-los no controle de prevenção de
infecções diversas, assim como tratamento preventivo e curativo de infestações
por piolhos.
VII-Sem resistência
O FATOR MALLO®, está sendo utilizado a 10 anos e não foi observado
resistência dos piolhos a este produto, no entanto a utilização é contínua, pela
contaminação ambiental causada por aves silvestres que continuamente
visitam os aviários.
X-Tendência irreversível
Os controles de resíduos, qualidade de vida das aves, e manejo integrado de
parasitos são temas cada vez mais introduzidos como conceitos e realidade na
prática da produção animal, e os fatores homeopáticos representam uma
ferramenta no auxílio desta tendência.
O grande avanço desta técnica é que, além de combater os piolhos com
medicamento livre de resíduos, ocorre uma interrupção no ciclo de vida
decorrente da proliferação do coleóptero predador dos piolhos, o besouro
“tesourinha”.Desta forma, temos as forças da natureza somando-se aos
Fatores Homeopáticos!

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